E se as cobranças por qualidade fossem substituídas pela rastreabilidade?

PL dos Agrotóxicos levanta outro debate: o que falta para usarmos mais a rastreabilidade a favor do produtor rural e do agronegócio diante do mercado consumidor?

O agronegócio tem sido notícia na maioria dos veículos de comunicação de massa neste mês de fevereiro com uma pauta antiga do setor, a questão das mudanças para a obtenção de registro de agrotóxicos no Brasil. O Projeto de Lei 6299/02 foi aprovado na Câmara dos Deputados e precisa passar ainda pelo Senado. Uma das mudanças é que a Constituição Federal mude o termo “agrotóxicos” para “pesticidas”, entre várias outras. 

Há parlamentares defensores do projeto que acreditam em uma maior competitividade neste mercado, agilizando o registro de outras tecnologias para que o produtor possa utilizar no controle de pragas e doenças. Há também deputados que são contra o projeto de lei, alegando que poderá haver um aumento desenfreado de registros de defensivos agrícolas. Estes posicionamentos se reproduzem na sociedade em geral.

Dito isso, há uma reflexão importante a se fazer. Se por um lado existe uma demanda por novas moléculas de produtos que possam ser úteis para aumentar a produção agrícola; e por outro existe ainda uma insegurança em relação a estes defensivos – principalmente por parte do consumidor, que em sua maioria desconhece as técnicas agronômicas –, por que não potencializar ferramentas como a rastreabilidade dos alimentos?

Se o agronegócio necessita de modernização nos processos, esta é certamente uma ferramenta que precisa ser mais rotineira dentro e fora da porteira.

Ferramentas de rastreabilidade podem ser uma alternativa para monitorar o uso de pesticidas e garantir que todos os utilizem com consciência e segurança, e na outra ponta possamos mostrar ao consumidor se isso interfere ou não no que é colocado à mesa. 

A modernização do agronegócio como um todo passa pelo uso da rastreabilidade. E não somente nos alimentos que formam a cesta básica, ou nas frutas, verduras e legumes que já estão inclusos na Instrução Normativa Conjunta 02/2018 (Ansiva e Mapa), mas nos diferentes nichos. É somente assim que teremos um mercado seguro para o produtor poder investir cada vez mais e crescer; e o consumidor fazer suas compras com tranquilidade. Esse “caminho do meio” – pois não queremos aqui defender um lado, nem outro, mas propor soluções –, pode ser uma saída para chegarmos a um uso ainda mais rotineiro de ferramentas tecnológicas nas lavouras, hortas e propriedades espalhadas por este Brasil.

Nosso time está à disposição para levar soluções para você, produtor, e fazer esta conexão segura com o consumidor.

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