Dia Mundial do Leite: a rastreabilidade como ferramenta de diferenciação no mercado

Um dos alimentos considerados mais completos para o ser humano, fonte de cálcio, proteína, ferro, fibras e vitaminas A, C, D e E – mas também cheio de polêmicas ao seu entorno –, o leite é uma das peças que contribui de maneira substancial para a geração e o incremento da renda de milhares de famílias rurais brasileiras. No Dia Mundial do Leite, comemorado neste dia 1º de junho, vale refletir sobre alguns aspectos ligados a esta cadeia produtiva.

Atrelado a isso, a rastreabilidade de alimentos em geral tem sido uma demanda recorrente do agronegócio, como forma de estreitar laços com o consumidor final, bem como adotar processos mais transparentes de controle de qualidade. Quando se trata de vegetais, existe uma legislação que já insere vários itens na lista de rastreados, a exemplo de algumas hortaliças, frutas e legumes. Quando se trata de origem animal, esta também é uma ferramenta bastante útil do ponto de vista sanitário.

Em especial no caso do leite, isso é mais do que uma tendência vista pela cadeia produtiva. Neste ano, inclusive, o Estado de Santa Catarina determinou novas regras para organizar o cadastro dos produtores de gado leiteiro e monitorar a saúde animal tendo como base a rastreabilidade.  

Na prática, empresas que processam leite cru refrigerado vão precisar rastrear toda a matéria-prima e solicitar os exames de brucelose e tuberculose dos bovinos de seus fornecedores. Com isso, vai ser possível identificar os dados de cada fornecedor de leite e comprovar que eles seguem todas as exigências sanitárias.

– Essa é só uma das vantagens de implantar um sistema de rastreabilidade. Hoje é possível agregar em aplicativos ou softwares ferramentas que auxiliam as equipes técnicas para registrar informações de todo o processo de controle de qualidade, por exemplo. Além disso, é uma forma de as marcas de lácteos também agregarem valor aos seus produtores e terem um fator de diferenciação no supermercado, diante do consumidor – defende o tecnólogo em Agronegócios Everton Lizot, que integra a equipe de Desenvolvimento de Mercado da O Agro Softwares para o Agronegócio.

Uma das ferramentas da agtech usadas para o rastreamento de vegetais, o Origem Garantida, também permite que produtos de origem animal tenham essas vantagens.

– É possível disponibilizar uma solução bastante completa do ponto de vista gerencial para as empresas. Isso também pode ser usado a favor do produtor de leite, que com isso consegue ter acesso a controles dos lotes que saem da sua propriedade. É uma iniciativa que pode gerar um engajamento maior dos fornecedores de leite em primar por processos mais rigorosos ao logo do trabalho com o plantel leiteiro até a chegada do leite na indústria – acredita o profissional.

Grandes players de mercado, como a Aurora e a Languiru, já contam com modelos de rastreabilidade implantados, que constantemente são lembrados como inovadores e com um posicionamento mais próximo do consumidor.

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